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BLOG | Adriana Figueiredo

Português para Concursos

10 frases para evitar na redação (e como substituí-las) 

Foto: Freepik

Seja em concursos, vestibulares ou no ENEM, a redação é uma das partes mais decisivas de uma avaliação. A escolha das palavras pode fortalecer ou comprometer a clareza, a objetividade e a credibilidade do seu texto. Certas expressões são recorrentes entre os candidatos, mas acabam empobrecendo a argumentação ou soando genéricas e vagas.

A seguir, listamos 10 frases que você deve evitar na sua redação e oferecemos alternativas mais eficazes para substituí-las.

A importância de escolher as palavras certas na redação

Escrever bem em uma avaliação vai além de dominar a gramática. A seleção cuidadosa do vocabulário demonstra maturidade intelectual, domínio do tema e clareza de raciocínio. Frases clichês, vagas ou redundantes podem passar a impressão de falta de profundidade, empobrecendo o texto e diminuindo a nota final.

Evitar certos vícios linguísticos ajuda a desenvolver um estilo mais direto, analítico e coeso. Vamos às frases que merecem atenção.

1. Frase 1: “Na minha opinião…”

Por que evitar: A redação dissertativa-argumentativa exige impessoalidade. Ao usar essa expressão, o texto se torna subjetivo demais, comprometendo o tom acadêmico.

O que usar no lugar:

●       “Pode-se afirmar que…”

●       “É possível perceber que…”

●       “Observa-se que…”

Essas construções mantêm a argumentação impessoal, mas ainda expressam sua posição de forma clara.

2. Frase 2: “Atualmente, nos dias de hoje…”

Por que evitar: É redundante. Ambas as expressões significam o mesmo e indicam uma falta de objetividade.

O que usar no lugar:

●       “Na contemporaneidade,”

●       “Na sociedade atual,”

●       “No cenário contemporâneo,”

O uso dessas formas contribui para maior concisão e para a adequação ao registro formal.

3. Frase 3: “Sempre foi assim…”

Por que evitar: Generalizações não sustentadas por dados enfraquecem o argumento. Essa frase sugere conformismo e falta de análise crítica.

O que usar no lugar:

●       “Historicamente, observa-se que…”

●       “Ao longo do tempo, foi possível perceber…”

●       “De acordo com estudos históricos…”

As expressões propostas situam o argumento no tempo e favorecem um aprofundamento analítico.

4. Frase 4: “Todos sabem que…”

Por que evitar: Suposições genéricas não substituem argumentação fundamentada, pois nem “todos sabem” e a banca pode questionar essa afirmação.

O que usar no lugar:

●       “Pesquisas indicam que…”

●       “Conforme dados do IBGE…”

●       “De acordo com especialistas da área…”

É sempre melhor citar fontes confiáveis para embasar seu ponto de vista.

5. Frase 5: “É evidente que…”

Por que evitar: Embora pareça afirmar com convicção, a expressão é vaga se não for acompanhada de argumentos sólidos.

O que usar no lugar:

●       “Diante dos dados apresentados, conclui-se que…”

●       “A análise dos fatos revela que…”

●       “Torna-se claro, com base em evidências, que…”

As construções sugeridas fortalecem a lógica do argumento ao vincular a conclusão a dados e evidências concretas. Com isso, o texto ganha maior credibilidade e consistência argumentativa.

6. Frase 6: “Como já foi dito anteriormente…”

Por que evitar: É repetitiva e desnecessária. A redação deve ser coesa, e a repetição explícita prejudica a fluidez.

O que usar no lugar:

●       “Além disso,”

●       “Complementando o que foi abordado,”

●       “No mesmo sentido,”

Use conectivos que indicam progressão sem parecer que está apenas repetindo.

7. Frase 7: “Devemos nos conscientizar…”

Por que evitar: A redação deve evitar apelos vagos ao senso comum. “Conscientizar” é abstrato e impreciso.

O que usar no lugar:

●       “É necessário implementar medidas educativas que…”

●       “Políticas públicas voltadas para a sensibilização da população podem…”

●       “Campanhas de informação são essenciais para…”

As expressões sugeridas especificam ações possíveis e delimitam melhor a proposta de intervenção. Dessa forma, o texto deixa de ser abstrato e passa a apresentar soluções mais concretas e viáveis.

8. Frase 8: “A sociedade está cada vez pior…”

Por que evitar: É uma frase carregada de pessimismo e opinião pessoal, sem base em fatos ou dados.

O que usar no lugar:

●       “Ainda existem desafios significativos a serem superados na sociedade atual.”

●       “Problemas sociais persistem, apesar dos avanços recentes.”

●     “Diversas questões demandam atenção urgente por parte do poder público e da população.”

O uso dessas construções garante uma abordagem crítica mais objetiva e adequada ao registro formal.

9. Frase 9: “Por isso é que…”

Por que evitar: É uma construção coloquial, comum na fala, mas inadequada em textos formais.

O que usar no lugar:

●       “Portanto,”

●       “Dessa forma,”

●       “Em razão disso,”

Substitua por conectores apropriados para garantir a coesão textual e um tom formal.

10. Frase 10: “Portanto, devemos fazer a nossa parte…”

Por que evitar: É genérica e pouco propositiva. A banca espera uma conclusão mais estruturada e prática.

O que usar no lugar:

●       “É fundamental que o Estado, em parceria com a sociedade civil, promova…”

●       “Cabe ao poder público criar mecanismos que…”

●       “Sugere-se, como solução, a atuação conjunta de diferentes setores sociais…”

Essas conclusões são mais estratégicas e cumprem a exigência de proposta de intervenção clara.

Evitar frases prontas ou mal fundamentadas é essencial para garantir uma redação madura, coesa e bem argumentada. A chave está em substituir expressões genéricas por construções claras, impessoais e informativas. Assim, sua redação ganha mais força e aumenta suas chances de obter uma excelente pontuação.

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Sobre Adriana Figueiredo

Há mais de 25 anos, leciona em cursos presenciais e online para alunos de todo o Brasil. Suas redes sociais, juntas, têm mais de 1,2 milhão de seguidores. Especialista em português e redação para concursos, é dona de uma metodologia patenteada que ensina com lógica. Além de ser professora exclusiva do Estratégia Concursos, possui um site especializado em Língua Portuguesa, cuja plataforma de aulas conta com mais de 4 mil alunos matriculados. Também é autora de várias obras, entre elas a “Gramática Comentada” lançada pela Editora Saraiva, considerada em 2016 como um dos "10 livros de português indispensáveis para concurseiros" pela Revista Exame.

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